O “novo normal” na digitalização de consultórios e clínicas

O “novo normal” na digitalização de consultórios e clínicas

O “novo normal” na digitalização de consultórios e clínicas 965 627 Konica Minolta

Passados quase um ano de pandemia, para muitos, a expressão “novo normal” já não tem feito tanto sentido assim. Muitas das mudanças provenientes do avanço do coronavírus estão bem estabelecidas na rotina da maioria dos profissionais das mais diversas áreas.

Quando trazemos este cenário para clínicas e consultórios médicos, começamos a nos perguntar se todo o avanço tecnológico que foi agregado será mantido ou se retornaremos com muitos daqueles processos burocráticos e consultas 100% presenciais.

Um estudo da Cisco realizado em setembro deste ano mostrou que a adoção de telemedicina e a ampliação de soluções de tecnologia em saúde impactaram positivamente o setor no Brasil durante a pandemia e devem garantir sua continuidade no futuro. Uma outra pesquisa realizada pela Associação Paulista de Medicina indicou que 90% dos médicos afirmam que o sistema brasileiro de saúde poderia ser beneficiado com novas ferramentas tecnológicas.

O que esperar do futuro?

A expectativa é que esse caminho seja sem volta e que clínicas e consultórios passem a adotar cada vez mais ferramentas ou processos surgidos da necessidade de se adaptar a este momento. Ainda existem serviços que desejam retornar ao cenário pré-pandemia, porém o fato é que a digitalização e implantação de sistemas digitais não limitou a capacidade de atendimento, mas pelo contrário, possibilitou expandir a prestação dos serviços, atendendo aos anseios e demandas dos pacientes.

Certamente a incorporação de tecnologias, softwares e outros sistemas não é um processo fácil, mas quando bem planejada e quando identificados todos os benefícios que elas podem agregar aos serviços, esse processo traz ótimos resultados tanto em produtividade quanto em qualidade do atendimento. Um exemplo é a incorporação do sistema PACS (Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens Médicas) que contribui não somente para um funcionamento mais eficiente do serviço, mas também para melhorar sua qualidade permitindo desde a substituição de filmes radiográficos por imagens digitais até o aumento da produtividade com acesso fácil a estas imagens.

O “novo normal” na área de saúde não deveria ser a obrigatoriedade de se utilizar máscaras em ambientes públicos, mas sim se ter uma visão positiva de que a digitalização e incorporação de novas tecnologias vem para auxiliar na prestação de um serviço mais humanizado e otimizado. 

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